Não nos falta nada!

Percebi grande parte do segredo..

Não nos falta nada:

Não nos falta capacidade, engenho ou destreza, recursos, tempo, disposição, ou qualquer outro tipo de ansiedades que queiramos inventar

O cérebro humano está programado, por questões de sobrevivência, para nos forçar a parar e produzir apenas o suficiente, para não sairmos da nossa zona de conforto, de forma a não termos que gastar demasiada energia e para não sermos expostos a dissabores e a lutas desnecessárias

Isso faz com que tenhamos rotinas.. e rotinas essas o mais fáceis possível

Mas inimigas do nosso crescimento e da nossa descoberta

No dia em que decidirmos mudar do velho Eu, conforme na sociedade, sem chamar muito à atenção, igual aos outros e com receio do seu julgamento, e abraçarmos o Eu que é suposto abraçarmos, o Eu que nos foi destinado e o Eu que no fundo temos no nosso interiorT

Nesse dia temos que ser tão obcecados com esse Eu, com essa versão, e fazer tudo a 100% nessa pele

Temos que não só vestir essa pele, assim como ocupar o espaço que essa nova pessoa é na realidade e tentar sempre dar o nosso melhor

Mas temos que ser da mesma forma obcecados em nunca mais sermos o antigo Eu.

Em uma conferência em Paris que discute a situação do mercado mundial de vinhos, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) relatou que após uma queda no consumo chinês em 2013 e 2014, o país asiático assumiu um papel protagonista no mercado global, tanto em consumo quanto em produção.

 

A diminuição do consumo nos dois anos anteriores coincidiu com uma repressão do governo chinês sobre a compra excessiva de produtos de luxo. O crescimento em 2015 também mostrou que o vinho tinto é o mais popular entre a classe média chinesa, seus consumidores o tem como um símbolo de status que oferece benefícios para a saúde.

A demanda na China permitiu que o comércio mundial de vinho subisse 1,8% em volume (104,3 milhões de hectolitros), e 10,6% em valor (US$ 32 bilhões), segundo a OIV.

Enquanto os vinhedos no mundo todo diminuem ligeiramente, com uma perda de 7 mil hectares de vinhas no geral, houve crescimento em dois países: Nova Zelândia e China. A área vinífera chinesa cresceu em 34 mil hectares, atrás somente da Espanha com 1,02 milhão de hectares.

A França continua o maior exportador de vinho por valor, enquanto a Espanha lidera as exportações em termos de volume, com 14 milhões de hectolitros enviados ao redor do mundo em 2015.